Para os pais

FEBRE EM CRIANÇAS: QUANDO SE PREOCUPAR?

A causa mais comum de febre na infância são infecções virais.

A febre não é uma doença, é um sintoma — um sinal de que o corpo está se defendendo.

Ou seja: ela não é a vilã.


PRIMEIRO PASSO: MANTER A CALMA

Observe a criança
Ofereça líquidos
Medique, se necessário

Antitérmicos como paracetamol ou dipirona podem ser usados quando a temperatura estiver ≥ 37,5°C e/ou houver desconforto

Não existe temperatura certa para medicar, vamos medicar para o conforto da criança.

🚨 SINAIS DE ALERTA:

QUANDO PROCURAR ATENDIMENTO:

Febre por mais de 72 horas
Prostração mesmo sem febre
Não aceita líquidos
Diminuição importante do xixi
Convulsões
Vômitos persistentes (mesmo com medicação)
Febre que piora após 24h (mais alta e mais frequente, ao invés de espaçar).


QUANDO NÃO PRECISA DESESPERAR

⚠️Nem toda febre alta é sinal de gravidade.

Temperaturas de 39–39,9°C podem acontecer, principalmente nas primeiras 24h de infecções virais.

O mais importante é observar o comportamento da criança:

Fica mais quietinha durante a febre? Esperado
Após o remédio, volta a brincar/interagir? Bom sinal

💡RESUMO IMPORTANTE:

Febre = sinal de defesa do organismo;
O comportamento da criança vale mais que o número do termômetro;
Observe, hidrate e acolha.

FEBRE EM CRIANÇAS: QUANDO SE PREOCUPAR?

A causa mais comum de febre na infância são infecções virais.

A febre não é uma doença, é um sintoma — um sinal de que o corpo está se defendendo.

Ou seja: ela não é a vilã.


PRIMEIRO PASSO: MANTER A CALMA

Observe a criança
Ofereça líquidos
Medique, se necessário

Antitérmicos como paracetamol ou dipirona podem ser usados quando a temperatura estiver ≥ 37,5°C e/ou houver desconforto

Não existe temperatura certa para medicar, vamos medicar para o conforto da criança.

🚨 SINAIS DE ALERTA:

QUANDO PROCURAR ATENDIMENTO:

Febre por mais de 72 horas
Prostração mesmo sem febre
Não aceita líquidos
Diminuição importante do xixi
Convulsões
Vômitos persistentes (mesmo com medicação)
Febre que piora após 24h (mais alta e mais frequente, ao invés de espaçar).


QUANDO NÃO PRECISA DESESPERAR

⚠️Nem toda febre alta é sinal de gravidade.

Temperaturas de 39–39,9°C podem acontecer, principalmente nas primeiras 24h de infecções virais.

O mais importante é observar o comportamento da criança:

Fica mais quietinha durante a febre? Esperado
Após o remédio, volta a brincar/interagir? Bom sinal

💡RESUMO IMPORTANTE:

Febre = sinal de defesa do organismo;
O comportamento da criança vale mais que o número do termômetro;
Observe, hidrate e acolha.

Calma! Nem todo trauma na cabeça precisa de ida imediata à emergência.

Na maioria dos casos, podemos observar a criança em casa nas próximas horas, especialmente nas primeiras 6 horas, que é quando costumam aparecer sinais de alerta.


Meu filho bateu a cabeça… e agora?

👀Fique atento: quando devo ir para a emergência?

Se a criança apresentar:

  • Sonolência excessiva ou dificuldade para acordar
    (ela pode dormir, mas deve acordar normalmente)

  • Dificuldade para mexer um lado do corpo ou fraqueza

  • Confusão, agitação ou mudança de comportamento

  • Dor de cabeça forte ou que está piorando

  • Vômitos repetidos

  • Dificuldade para ficar em pé ou andar

  • Saída de líquido claro ou com sangue pelo nariz ou ouvido

  • Convulsões

E em casa, o que fazer?

  • Observe a criança de perto nas primeiras horas

  • Pode deixar dormir, mas cheque se acorda normalmente

  • Evite atividades intensas no mesmo dia

  • Se ficar em dúvida, prefira reavaliar

A maioria dos casos evolui bem — o mais importante é saber o que observar.

girl with brown hair smiling
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Calma! Nem todo trauma na cabeça precisa de ida imediata à emergência.

Na maioria dos casos, podemos observar a criança em casa nas próximas horas, especialmente nas primeiras 6 horas, que é quando costumam aparecer sinais de alerta.


Meu filho bateu a cabeça… e agora?

👀Fique atento: quando devo ir para a emergência?

Se a criança apresentar:

  • Sonolência excessiva ou dificuldade para acordar
    (ela pode dormir, mas deve acordar normalmente)

  • Dificuldade para mexer um lado do corpo ou fraqueza

  • Confusão, agitação ou mudança de comportamento

  • Dor de cabeça forte ou que está piorando

  • Vômitos repetidos

  • Dificuldade para ficar em pé ou andar

  • Saída de líquido claro ou com sangue pelo nariz ou ouvido

  • Convulsões

E em casa, o que fazer?

  • Observe a criança de perto nas primeiras horas

  • Pode deixar dormir, mas cheque se acorda normalmente

  • Evite atividades intensas no mesmo dia

  • Se ficar em dúvida, prefira reavaliar

A maioria dos casos evolui bem — o mais importante é saber o que observar.

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Mitos sobre gripe no inverno: o que você precisa saber

Você sabia que um mito bastante comum entre os pais é acreditar que ar-condicionado, ventilador, bebidas geladas ou vento frio causam gripe?

Na verdade, isso não é correto.

A gripe e os resfriados são causados por vírus, que se transmitem principalmente por meio de gotículas respiratórias e pelo contato

com superfícies contaminadas.

Durante o inverno, esses vírus circulam com mais facilidade, não por causa do frio em si, mas porque tendemos a permanecer mais tempo em ambientes fechados e com menor ventilação, facilitando a transmissão.

E como podemos prevenir?


Algumas medidas simples fazem toda a diferença:

  • Lavar bem as mãos com frequência

  • Manter os ambientes ventilados

  • Evitar aglomerações sempre que possível

  • Não levar a criança para a escola ou creche quando estiver doente.

Cuidar da prevenção é uma forma eficaz de proteger não só o seu filho, mas toda a família.


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Mitos sobre gripe no inverno: o que você precisa saber

Você sabia que um mito bastante comum entre os pais é acreditar

que ar-condicionado, ventilador, bebidas geladas ou vento frio

causam gripe?

Na verdade, isso não é correto.

A gripe e os resfriados são causados por vírus, que se transmitem principalmente por meio de gotículas respiratórias e pelo contato com superfícies contaminadas.

Durante o inverno, esses vírus circulam com mais facilidade, não por causa do frio em si, mas porque tendemos a permanecer mais tempo em ambientes fechados e com menor ventilação, facilitando a transmissão.

E como podemos prevenir?


Algumas medidas simples fazem toda a diferença:

  • Lavar bem as mãos com frequência

  • Manter os ambientes ventilados

  • Evitar aglomerações sempre que possível

  • Não levar a criança para a escola ou creche quando estiver doente.

Cuidar da prevenção é uma forma eficaz de proteger não só o seu filho, mas toda a família.


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